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Como o EPM pode proteger sua empresa de ataques cibernéticos: Ransomware e muito mais

Menos privilégios, mais segurança No cenário atual de segurança cibernética, há uma busca constante pela segurança perfeita, pela “bala de prata” que resolve todos os problemas. Entretanto, em cibersegurança não existe uma solução única para todas as necessidades. A melhor estratégia defensiva é pensar como um atacante, conforme o ditado: “O ataque é a melhor defesa”. CEOs, CTOs e CISOs estão sempre à procura de soluções que ofereçam o melhor ROI, TCO e desempenho técnico. Ao contratar soluções como EDR (Endpoint Detection and Response), muitos ganhos são alcançados. No entanto, ao discutir o princípio de segurança, devemos prestar atenção especial ao conceito de “privilégio”. Este é um ponto crítico para os atacantes, e sem as devidas proteções, soluções como EDR podem não ser suficientes. Como os Privilégios Facilitam os Ataques Em um ciclo de ataque típico, o invasor compromete o endpoint de um colaborador comum, que muitas vezes tem o status de administrador local. Este colaborador pode não estar adequadamente protegido, permitindo que o cracker escale privilégios e mova-se lateralmente pela rede, ganhando mais poder para prosseguir com o ataque. Para alcançar a tranquilidade desejada pelos executivos, é necessário adotar uma abordagem complementar que envolva o gerenciamento adequado de privilégios. Microsoft Blocked: Um Caso Recente de Malware Recentemente no Reddit, muitos usuários da plataforma começaram a relatar que se depararam com a tela do Windows travada, contendo o texto “Microsoft Blocked” entre o avatar e o campo de texto para senhas. A verdade é que estamos falando de um Malware, um software malicioso que tem o objetivo de atacar a conta pessoal daquele computador e para isso a remove totalmente. Obviamente que, a vítima não acordou e simplesmente estava com o computador criptografado, visto que se trata de um Ransomware, mas sim havia sido infectada ou permitido o ataque por meio de algum vetor. Quando falamos de Segurança Cibernética, devemos lembrar que os atacantes estão cada vez mais rápidos e cometendo menos erros, com o advento da IA e motores que a modificam para o uso de hacking/cracking. Portas de Entrada para Malware E ao obter acesso por algum dos vetores acima, considerando que o atacante tem o privilégio de um administrador local, nada o impedirá de desabilitar drivers, alterar chaves, registros e outros componentes que soluções como EDR monitoram, o exemplo vale para qualquer controle de segurança que mediante um privilégio pode ser desabilitado. Números e estatísticas Comprometimento de Contas Privilegiadas Cerca de 34% das violações relacionadas à identidade envolvem o comprometimento de contas de usuários privilegiados. Essas contas, que oferecem acesso de alto nível a sistemas críticos, são frequentemente o alvo principal dos atacantes. 63% dos tomadores de decisão de segurança reconhecem que o acesso de alta sensibilidade, especialmente para administradores de TI, não está suficientemente protegido. Crescimento das Ameaças e Técnicas de Ataque Houve um aumento de 95% na exploração de ambientes em nuvem em 2022, destacando a crescente sofisticação dos invasores que buscam movimentação lateral e escalonamento de privilégios nos ambientes em nuvem. A Microsoft relata o bloqueio de 1.000 ataques de senha por segundo, o que evidencia a escala massiva de ataques direcionados a identidades, principalmente de usuários sem autenticação multifator (MFA). Consequências das Violações O custo médio de uma violação de dados relacionada ao comprometimento de identidade ou acesso foi de US$ 4,45 milhões em 2023, com credenciais roubadas ou comprometidas contribuindo significativamente para esses custos. Diante desses achados, é crucial que as organizações implementem modelos de acesso com privilégio mínimo, fortaleçam a gestão de acessos privilegiados a endpoints e entendam que pensar como um atacante é a chave para o sucesso da segurança e resiliência cibernética. Qual a solução? A solução é adotar uma abordagem específica que proporciona o privilégio mínimo, controle de aplicações, elevação de privilégio e combate ao ransomware. Além disso, devemos adotar uma postura crítica e pensar sempre como um atacante para podermos entender lógicas de ataques e possíveis vetores frágeis que temos dentro de nossa empresa, levando o pensamento proativo como base. Fortalecendo os controles de segurança que já temos como EDR, DLP com camadas extras de segurança para cada etapa de uma cadeia de ataque. É hora de considerar a Segurança dos Privilégios de Endpoint, Servidores e aplicações com CyberArk EPM. CyberArk EPM (Endpoint Privilege Management) O gerenciamento de privilégios é uma peça fundamental na construção de uma postura de segurança robusta, e o CyberArk EPM é uma ferramenta poderosa para atingir esse objetivo. Ao implementar o princípio do privilégio mínimo com eficiência, a solução ajuda as organizações a reduzirem riscos, garantirem conformidade e protegerem seus endpoints contra uma gama cada vez maior de ameaças. Em um mundo onde menos privilégios significam mais segurança, o CyberArk EPM oferece o equilíbrio perfeito entre proteção, usabilidade e produtividade. O princípio do privilégio mínimo envolve conceder aos usuários e sistemas apenas as permissões estritamente necessárias para executar suas funções. Isso significa que, por padrão, nenhum usuário deve ter permissões administrativas plenas ou acessar recursos críticos, a menos que isso seja absolutamente necessário. Ao restringir esses privilégios, a organização limita o impacto que um atacante poderia causar caso conseguisse comprometer uma conta ou um endpoint. No entanto, gerenciar permissões de forma eficaz pode ser desafiador, especialmente em grandes ambientes corporativos com centenas ou milhares de endpoints. É aqui que o CyberArk EPM entra em cena. As ameaças cibernéticas atuais evoluem constantemente, e muitas vezes exploram falhas em permissões mal gerenciadas. Sem o gerenciamento adequado de privilégios, ataques como ransomware e malware podem ter um impacto devastador, se aproveitando de contas com privilégios elevados para se espalharem rapidamente pela rede. O CyberArk EPM age como uma barreira eficaz contra esses tipos de ataques, impedindo que contas de usuários comuns se tornem pontos de entrada para invasores. Observe que quando nos referimos a “Endpoints”, queremos dizer igualmente estações de trabalho e servidores, e virtual, no local ou em uma nuvem pública. Com políticas inteligentes e monitoramento contínuo, a solução consegue detectar e bloquear tentativas de elevação de privilégios, tornando os endpoints mais resilientes