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Info Stealers superam o phishing: como uma credencial vazada virou a porta de entrada do ransomware no varejo brasileiro

Setenta e cinco por cento das empresas de e-commerce brasileiras enfrentaram algum incidente de segurança digital em 2024, segundo levantamento da FecomércioSP. O dado, por si só, já preocupa. Mas o que muda o jogo para quem defende o varejo não é o volume de incidentes, mas a origem deles. Por anos, o phishing foi apontado como a porta de entrada nº1 do cibercrime. Os dados mais recentes mostram um deslocamento estrutural: a credencial roubada silenciosamente por um infostealer, sem que o colaborador perceba qualquer coisa fora do normal, tornou-se o vetor preferencial de acesso inicial para os grupos de ransomware que hoje miram o varejo brasileiro. A porta não foi arrombada. Foi entregue por engano, semanas antes de o ataque começar. O vetor mudou: do e-mail malicioso à credencial comprometida O relatório M-Trends 2025, da Mandiant (Google Cloud), documenta essa transição com precisão. O phishing por e-mail como vetor de acesso inicial caiu de 22% para 14% dos casos analisados entre 2022 e 2024. Já o uso de credenciais roubadas teve um salto mais abrupto: de 10% em 2023 para 16% em 2024, um crescimento concentrado em um único ano, que o tornou a segunda técnica de acesso inicial mais comum, atrás apenas da exploração de vulnerabilidades. A Mandiant atribui essa mudança diretamente à crescente capacidade dos grupos criminosos de obter credenciais por diferentes caminhos, com destaque para infostealers comercializados como serviço.  O relatório de Ameaças de Identidade 2025 da SpyCloud mostra a outra metade do problema: quase metade dos usuários corporativos analisados globalmente já teve credenciais expostas por infostealers em algum momento, e o volume de registros de identidade recapturados pela empresa cresceu 24% em um ano, chegando a 63,8 bilhões de registros distintos. A mesma SpyCloud aponta que o phishing voltou a crescer como gatilho direto de ransomware em 2025, os dois vetores não se substituem, se somam, e frequentemente um alimenta o outro (a credencial phishada também pode ser revendida como acesso inicial). Esse dado muda a lógica de defesa. Um ataque de phishing depende de o colaborador clicar em algo. Um infostealer depende apenas de uma máquina infectada em algum momento, muitas vezes semanas ou meses antes de qualquer atividade de ransomware começar. A vítima segue trabalhando normalmente, sem sinal de comprometimento, enquanto sua credencial já está à venda em um mercado de acesso inicial na dark web. Por que o varejo brasileiro virou terreno fértil para esse modelo O varejo reúne exatamente as condições que tornam esse vetor tão eficiente. É um setor com alto turnover de colaboradores, uso intenso de plataformas SaaS autenticadas por usuário e senha, e integrações constantes com fornecedores, marketplaces e sistemas de pagamento. Cada um deles, um ponto adicional de exposição de credenciais. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os prejuízos com fraudes financeiras no Brasil somaram R$10,1 bilhões em 2024, um crescimento de 17% em relação ao ano anterior, cartão de crédito e Pix concentram a maior parte desse valor, mas o comércio eletrônico é o ambiente onde boa parte dessas fraudes se origina e se completa, o que o coloca também na rota direta desse aumento. Como já mostramos no artigo sobre a convergência entre TI e OT na indústria brasileira, grupos de ransomware direcionam esforço para onde a superfície de exposição é maior e a tolerância à indisponibilidade é menor. No varejo digital, essas duas variáveis caminham juntas: a operação não pode parar, e a superfície de ataque cresce a cada nova integração. Do navegador ao ransomware: como o acesso é revendido O modus operandi tem uma sequência previsível. O infostealer infecta um dispositivo corporativo ou pessoal, muitas vezes usado para acessar sistemas da empresa, e coleta credenciais salvas no navegador. Esses dados alimentam mercados de acesso inicial na dark web, onde corretores especializados (os chamados Initial Access Brokers) compram e revendem logins validados para operadores de ransomware. O comprador entra na rede usando uma credencial legítima. Não há exploit, não há assinatura de malware para o antivírus identificar, não há alerta de login suspeito se a geolocalização e o horário parecerem plausíveis. A partir daí, o grupo se move lateralmente pela rede por dias ou semanas, mapeando sistemas críticos, elevando privilégios e localizando os dados mais valiosos antes de ativar o ransomware que, no padrão atual, já opera em dupla extorsão: os dados são exfiltrados antes de qualquer arquivo ser criptografado. Quando a credencial vira porta: o que já aconteceu no varejo brasileiro Casos assim já foram registrados no varejo brasileiro. Em julho de 2024, uma rede varejista do setor de joalherias teve cerca de 1,18 TB de dados confidenciais exfiltrados por um grupo de ransomware, que exigiu US$ 600 mil para não divulgar as informações, entre elas, dados de executivos e de clientes. Meses depois, uma grande rede de moda sofreu ataque do mesmo grupo, com exigência de US$300 mil e indisponibilidade temporária em parte dos sistemas. No mesmo período, um grande e-commerce de artigos esportivos confirmou um incidente que resultou na exposição, em fóruns cibercriminosos, de dados associados a dezenas de milhões de usuários, CPF, telefone, endereço e histórico de pedidos. Não era a primeira vez que a empresa enfrentava esse tipo de exposição, e a reincidência costuma indicar ausência de controle contínuo sobre a superfície de exposição, não apenas azar. Nem todo incidente termina em prejuízo irreversível, e vale registrar o contraponto. Uma transportadora de grande porte, atacada por ransomware em 2024, teve centenas de servidores criptografados, recusou-se a pagar o resgate e restaurou dezenas de terabytes de backup em tempo recorde. O caso reforça um ponto central: a diferença entre um incidente contido e uma crise prolongada não está apenas em impedir a entrada do atacante, mas na capacidade de detectar o movimento lateral antes da ativação do ransomware e de responder com rapidez quando ele acontece. Dupla extorsão: por que pagar (ou não pagar) já não resolve o problema A dupla extorsão muda o cálculo de risco para o CISO. Mesmo que a empresa recupere os sistemas a

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74 mil firewalls, uma senha forte não foi suficiente: o que o caso FortiBleed ensina sobre credenciais e endpoints

Em 17 de junho de 2026, um pesquisador de segurança encontrou uma pasta aberta na internet. Dentro dela não havia um exploit inédito, nem uma falha crítica recém-descoberta no FortiOS. Havia scanners, scripts de automação, jobs agendados e uma lista de credenciais válidas, muitas delas com 20 caracteres ou mais, que deveriam estar protegendo o acesso administrativo e as VPNs SSL de quase 74 mil firewalls Fortinet FortiGate espalhados por 194 países. O episódio foi batizado de FortiBleed. Segundo o Task TI, o conjunto de dados reunia aproximadamente 73.932 URLs de dispositivos FortiGate e cerca de 21.632 domínios corporativos associados, com o Brasil ocupando a 11ª posição entre os países mais afetados e cerca de 1.737 dispositivos brasileiros listados, número confirmado pelo alerta oficial do Centro Integrado de Segurança Cibernética (CISC/gov.br), que classificou o caso como severidade alta e campanha ativa. O dado que mais interessa a quem lidera segurança da informação, no entanto, não é o volume. É a origem: as senhas não vazaram porque o firewall foi invadido. Vazaram porque o computador do administrador que gerenciava o firewall estava infectado. Uma campanha de credenciais, não uma vulnerabilidade de software É importante situar o FortiBleed com precisão, porque o nome sugere uma falha técnica no FortiOS e não é isso que aconteceu. Trata-se de uma campanha de comprometimento de credenciais em escala industrial, conduzida por meses contra interfaces de gerenciamento e VPN SSL expostas à internet, como descreve a análise técnica do Task TI sobre o caso. O fluxo documentado ajuda a entender por que o resultado foi tão amplo. Primeiro, os operadores realizaram varredura massiva da internet em busca de interfaces administrativas e endpoints de VPN SSL expostos. Em seguida, aplicaram credential stuffing contra repositórios históricos de credenciais roubadas por infostealers, complementado por interceptação de hashes de autenticação e quebra offline em uma infraestrutura de GPUs alugadas sob demanda. A partir daí, exportaram arquivos de configuração completos dos appliances, o que permite recuperar credenciais mesmo sem manter acesso ativo, e usaram esse ponto de apoio para pivotar em direção ao Active Directory interno das organizações, com persistência e movimentação lateral. O relatório do Task TI é criterioso ao separar sinal de ruído nesse tipo de dataset: dos 21.632 domínios inicialmente reportados, boa parte correspondia a realms internos não roteáveis (terminações como .LOCAL, .LAN ou .CORP) sem atribuição possível a uma organização específica. Depois de cruzar as evidências, restaram 918 redes com tráfego Kerberos capturado de dentro do ambiente e 148 comprometimentos efetivamente confirmados, com hashes quebrados e credenciais de Active Directory validadas. É uma proporção pequena diante do número de manchete, mas que não reduz a urgência, apenas reposiciona onde ela deveria estar: em quantas organizações uma exportação de configuração de firewall aconteceu sem que ninguém percebesse. Por que uma senha de 20 caracteres não protegeu nada O achado mais desconfortável do FortiBleed está na análise do próprio conteúdo das senhas. Muitas delas eram longas, complexas, com 20 ou mais caracteres, o tipo de credencial que qualquer política de segurança recomendaria. Ainda assim, apareceram em texto puro dentro do dataset, porque haviam sido capturadas previamente por infostealers rodando na estação de trabalho do administrador, não no firewall em si. Um especialista citado pela Expert Insights resumiu o problema de forma direta: uma senha complexa capturada por um infostealer oferece, na prática, o mesmo nível de proteção que uma senha trivial. A complexidade da credencial deixa de ser relevante no momento em que o endpoint onde ela é digitada já está comprometido. Há ainda um segundo padrão que chama atenção no material analisado: strings como “ITAdmin@888”, “F0rt!n3tS3cur3!” ou “Admin@123” aparecem repetidas em dezenas de organizações sem qualquer relação entre si. Esse tipo de repetição é um indício típico de credenciais distribuídas por prestadores de serviço, integradores ou equipes terceirizadas que reaproveitam o mesmo padrão de senha em múltiplos clientes, uma prática comum, e uma das formas mais eficientes de multiplicar o raio de impacto de um único infostealer. Esse ponto conecta o FortiBleed a uma tendência mais ampla observada na região. Segundo levantamento da Vision Cybersecurity divulgado pelo CISO Advisor, a América Latina registrou mais de 5 milhões de credenciais domésticas comprometidas e quase 100 mil credenciais corporativas expostas por infostealers entre janeiro de 2025 e maio de 2026, com crescimento de 54% nas detecções e de 56% no volume de credenciais vazadas no período. O relatório aponta o RedLine como o malware mais dominante da região, respondendo por metade das infecções, seguido pelo Lumma, que a Vision destaca justamente pelo foco em credenciais corporativas e pela alta capacidade de evasão. Não é uma coincidência distante do caso FortiBleed: é a mesma engrenagem operando em escala. O que isso muda na prática para quem gerencia infraestrutura crítica O FortiBleed não exige um zero-day, um exploit sofisticado ou acesso privilegiado prévio. Exige paciência, automação e um único ponto cego: uma interface de gerenciamento exposta à internet, associada a uma credencial que, em algum momento, passou pelo computador errado. É esse o motivo pelo qual o Task TI recomenda tratar qualquer FortiGate de borda com interface administrativa acessível pela internet como potencialmente comprometido até prova em contrário, recomendação que vale, na prática, para qualquer appliance de perímetro com o mesmo padrão de exposição, independentemente do fabricante. A resposta imediata passa por rotacionar credenciais de VPN SSL e de interfaces administrativas, remover o management plane do acesso público substituindo-o por uma VLAN dedicada ou bastion, habilitar MFA em todos os acessos privilegiados e auditar exportações de configuração recentes em busca de contas administrativas dormentes. São medidas necessárias, mas insuficientes isoladamente, porque tratam o sintoma mais recente sem endereçar a causa estrutural: o endpoint do administrador continua sendo o elo mais frágil da cadeia, e nenhuma política de senha resolve isso sozinha. Como a Asper estrutura a resposta a esse tipo de exposição O caso FortiBleed sintetiza um argumento que a Asper reforça constantemente para CISOs, CTOs e gerentes de infraestrutura: a senha forte, isoladamente, é uma falsa sensação de segurança. O

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Quando ver não é mais crer: o crescimento de até 1.600% nos golpes por deepfake e o que isso exige das empresas brasileiras

Uma ligação telefônica, um rosto reconhecível numa tela de videoconferência. Durante décadas, esses dois elementos bastaram para encerrar qualquer dúvida sobre a autenticidade de uma ordem de pagamento. Se a voz era a do diretor financeiro e o rosto era o do executivo esperado, a transação seguia. Essa lógica de verificação, construída sobre o instinto humano de confiar no que se vê e no que se ouve, é exatamente o que o deepfake corporativo quebrou. O problema não é mais hipotético nem restrito a grandes corporações internacionais. Segundo levantamento da Sumsub, plataforma global de verificação de identidade, os golpes envolvendo deepfake e identidade sintética cresceram 126% no Brasil em 2025, consolidando o país como o principal concentrador desse tipo de fraude na América Latina, com cerca de 39% de todos os casos identificados na região. Em paralelo, dados divulgados pela Polícia Federal e publicados pela Exame apontam crescimento de 830% no uso de deepfakes entre 2024 e 2025, com ferramentas de inteligência artificial já presentes em 42,5% das fraudes financeiras registradas no país. Os números que comprovam a virada de escala O ponto central não é apenas o volume de ataques, mas a mudança de alvo. Golpes que antes miravam o consumidor final, com vozes clonadas de familiares para aplicar fraudes emocionais, agora miram diretamente a cadeia de aprovação financeira das empresas: o CFO, o diretor de tesouraria, o colaborador com poder de autorizar uma transferência. Fora do Brasil, essa tendência já aparece com intensidade ainda maior: segundo análise da CybelAngel, ataques de vishing habilitados por deepfake cresceram mais de 1.600% no primeiro trimestre de 2025 em comparação ao quarto trimestre de 2024 nos Estados Unidos, um indicador da velocidade com que essa técnica se espalha quando aplicada a alvos corporativos de alto valor. Essa escala tem uma explicação técnica simples. Segundo reportagem do Migalhas sobre fraudes corporativas com deepfake de voz, a clonagem de um padrão vocal com fidelidade suficiente para enganar colegas próximos não exige mais equipamentos sofisticados nem grandes volumes de amostra: poucos segundos de áudio público, extraídos de palestras, entrevistas ou vídeos institucionais que qualquer executivo já gravou ao longo da carreira, são suficientes para treinar o modelo. Como aponta o Migalhas, o resultado não são mais imitações amadoras ou gravações distorcidas, mas recriações sintéticas capazes de se adaptar em tempo real ao fluxo da conversa, respondendo perguntas e sustentando a ilusão de que a pessoa do outro lado é, de fato, quem parece ser. Por que o canal de voz e vídeo escapa do perímetro tradicional Aqui está o que separa esse tipo de ataque de um phishing convencional: ele não passa por gateway de e-mail, não atravessa antivírus, não é inspecionado por firewall. Chega por uma ligação telefônica ou por uma videochamada, canais que a arquitetura de segurança corporativa tradicionalmente não foi desenhada para escrutinar, porque presumia que a verificação humana, ao vivo, já era prova suficiente de autenticidade. No contexto brasileiro, dois fatores tornam essa lacuna ainda mais perigosa. O primeiro é a velocidade do Pix, que reduz drasticamente o intervalo entre o momento do engano e a perda irreversível do dinheiro, eliminando a janela de tempo que antes permitia cancelar ou reverter uma transferência suspeita. O segundo é a cultura corporativa de aprovações urgentes por WhatsApp e ligação direta, que cria exatamente o ambiente de pressão e informalidade que o golpe precisa para funcionar: uma ordem que soa familiar, chega por um canal já habitual e exige decisão imediata. O caso que se tornou referência global O exemplo mais citado no mercado de cibersegurança ilustra bem o novo patamar de sofisticação. Segundo relato publicado pela Solo Iron, um profissional financeiro de uma multinacional participou de uma videoconferência inteira em que múltiplos executivos da própria empresa, incluindo o diretor financeiro, foram simulados por deepfake simultâneo de voz e imagem. Convencido pela presença de rostos e vozes que reconhecia, o funcionário autorizou quinze transferências que somaram US$ 25 milhões antes que a fraude fosse identificada. O que torna esse caso relevante não é a excepcionalidade, mas a reprodutibilidade. Não houve exploração de vulnerabilidade técnica, nenhum sistema foi invadido e nenhum e-mail malicioso precisou passar por filtro algum. O ataque explorou exclusivamente a confiança depositada no reconhecimento visual e auditivo, o mesmo mecanismo de verificação usado, até hoje, em boa parte das aprovações financeiras de empresas brasileiras de médio e grande porte. A resposta não é tecnológica em primeira instância, é processua Diante de um ataque que engana justamente a camada humana de verificação, a primeira linha de defesa eficaz não é um novo software, é um protocolo. O Migalhas descreve um princípio simples e replicável: diante de qualquer solicitação urgente de transferência recebida por telefone, a resposta correta é encerrar a ligação e retornar diretamente para o número corporativo já conhecido daquela pessoa, antes de qualquer confirmação. Se a solicitação era legítima, nada se perde. Se era uma fraude, o ataque é neutralizado no momento em que o canal original deixa de ser controlado pelo criminoso. O mesmo raciocínio se aplica a videoconferências que envolvam decisões financeiras ou estratégicas: a verificação por canal secundário, como uma mensagem de texto para o celular pessoal do aprovador pedindo confirmação com uma pergunta específica que apenas ele saberia responder, cria uma redundância que a tecnologia de deepfake, isoladamente, ainda não consegue contornar. Palavras-código combinadas previamente entre executivos e equipes financeiras, aliadas a políticas de dupla aprovação para qualquer transação fora do padrão de valor ou frequência, completam esse conjunto de controles que dependem menos de ferramenta e mais de disciplina operacional. Essa é, no fim, a mesma tese que a Asper reforça há anos: ferramenta sem processo não protege ninguém. A inteligência artificial generativa mais avançada só encontra resposta real quando confrontada por um protocolo humano bem treinado e por controles técnicos que não dependam exclusivamente do reconhecimento de voz ou imagem. Onde a tecnologia entra: fechando a lacuna que o processo não cobre Protocolo bem desenhado reduz risco, mas não substitui validação técnica contínua. É

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Quando a IA ataca: Caso envolvendo a Claude, a  falha ShadowMQ que expoe IA’s e a lição para empresas visando 2026

Inteligência Artificial deixou de ser apenas uma ferramenta de produtividade  e passou a integrar diretamente fluxos críticos de negócio e segurança. Em setembro de 2025, a Anthropic revelou o que seria o primeiro ciberataque de larga escala executado massivamente por IA, envolvendo a própria Claude. Simultaneamente, pesquisadores descobriram o ShadowMQ, uma vulnerabilidade silenciosa que contamina a infraestrutura que sustenta aplicações de IA em gigantes como Meta, Nvidia e Microsoft.  Essas descobertas expõem uma realidade incômoda: a adoção acelerada de IA criou dois vetores simultâneos de risco, o uso ofensivo de modelos por atores estatais e falhas na infraestrutura que sustenta esses sistemas. Para empresas que integram IA em processos críticos, a mensagem é clara: proteger a IA não é opcional, é mandatório. Neste artigo, analisamos o que esses dois casos revelam sobre a nova geração de riscos digitais: como agentes de IA podem ser cooptados para operações de espionagem em escala, por que vulnerabilidades “de infraestrutura” como ShadowMQ tendem a passar despercebidas e quais controles de governança, identidade, credenciais e resposta a incidentes precisam ser fortalecidos nas empresas que já colocam IA no centro de processos críticos. A ofensiva silenciosa: Claude sequestrado para espionagem De acordo com comunicado oficial da Anthropic, investigadores da empresa detectaram em setembro de 2025 uma operação de espionagem de larga escala que utilizava o Claude de forma criminosa. Com alto grau de confiança, a análise apontou que o ataque foi financiado ou executado por um grupo de hackers ligado chineses, direcionado contra empresas de tecnologia, finanças, produtos químicos e agências governamentais. O que torna esse incidente particularmente alarmante é sua escala: até 90% das tarefas foram executadas automaticamente pelo Claude, com apenas intervenções esporádicas de operadores humanos, um dos primeiros casos documentados de uso extensivo de IA para automação de tarefas ofensivas, reduzindo significativamente a necessidade de intervenção humana contínua. Como o Claude Foi Enganado A operação explorou uma falha fundamental: a confiança. Os invasores não “hackearam” o Claude no sentido tradicional. Em vez disso, manipularam o modelo através de prompts cuidadosamente elaborados, criando um cenário fictício que levou a IA a acreditar estar participando de um teste legítimo de defesa cibernética, no papel de especialista em segurança. Os atacantes solicitavam pequenas tarefas aparentemente inocentes, uma por vez. Esse método, conhecido como prompt injection gradual (combinando fragmentação de objetivos, manipulação de contexto e abuso de confiança em tarefas delegadas), evitou o acionamento dos sistemas de detecção de abuso da Anthropic, permitindo que o ataque escalasse sem alertas imediatos. O Claude foi então direcionado para inspecionar sistemas e infraestrutura de empresas-alvo, identificar as bases de dados mais valiosas e localizar vulnerabilidades de segurança nesses ambientes. Uma vez identificadas as brechas, o Claude foi utilizado para identificar, priorizar e orientar a exploração de vulnerabilidades, com a execução técnica ocorrendo por ferramentas externas controladas pelos operadores, extrair dados sensíveis como nomes de usuário e senhas, e criar arquivos compilados com as credenciais roubadas, prontos para consulta posterior pelos cibercriminosos. O poder das capacidades agênticas O que permitiu essa escalada foi uma característica do Claude frequentemente elogiada por usuários, sua capacidade de agir autonomamente. O modelo foi solicitado para navegar em sites, executar tarefas complexas e tomar decisões sem intervenção humana contínua. Em um contexto de segurança, isso se provou catastrófico. Apesar de ocasionalmente “alucinar”, inventando dados ou interpretando informações públicas como secretas, o serviço obteve sucesso na maioria das operações de espionagem. Essa taxa de sucesso parcial mas significativa permitiu aos invasores construir uma visão abrangente da infraestrutura de seus alvos e, potencialmente, vender esse acesso inicial a grupos criminosos adicionais. Analistas da Bitdefender observaram que algumas acusações da Anthropic podem ser “especulativas”, mas reforçam um ponto indiscutível: os riscos de ataques com IA são reais e urgentes. A falha silenciosa: ShadowMQ expõe a fragilidade da infraestrutura de IA Enquanto o ataque com Claude representava uma ameaça ofensiva, outra descoberta revelava uma vulnerabilidade defensiva igualmente grave. Pesquisadores identificaram uma falha que se disseminou despercebidamente em frameworks de IA usados por organizações em todo o mundo. O problema começou de forma simples. Em 2024, analisando o LlaMa Stack da Meta, os pesquisadores encontraram um uso problemático do método recv_pyobj() do ZeroMQ (ZMQ), um protocolo de comunicação amplamente utilizado. Esse método abre mensagens usando pickle, um mecanismo Python que desserializa dados, e ao desserializar, executa código automaticamente. Em um servidor acessível pela internet, essa característica vira um vetor de ataque óbvio: um invasor pode enviar uma mensagem aparentemente legítima que contenha código malicioso, e o sistema a executará sem questionamentos. A reutilização de código é o mecanismo principal dessa contaminação. Arquivos inteiros estão sendo adaptados de um projeto para outro com alterações mínimas. No SGLang, por exemplo, o arquivo vulnerável começa literalmente com “Adaptado do vLLM”, uma adaptação que incluiu a mesma lógica de desserialização insegura que permitiu o RCE no vLLM, divulgado como CVE-2025-30165 em maio de 2025. A contaminação em cadeia O alarmante é que essa vulnerabilidade não permaneceu isolada. A Meta corrigiu rapidamente o problema, substituindo pickle por JSON. Porém, a análise subsequente revelou um padrão preocupante: outros frameworks de IA traziam o mesmo trecho vulnerável, copiado quase idêntico de projeto em projeto. SGLang, por exemplo, tinha um arquivo que explicitamente mencionava ter sido adaptado do vLLM, herdando junto a lógica insegura. Assim nasceu o nome ShadowMQ, uma falha que se espalha silenciosamente porque um projeto herda o código do outro, sem revisão adequada. Os sistemas que contêm ShadowMQ não são obscuros. Frameworks amplamente utilizados por universidades e grandes corporações estavam afetados: A abrangência de adoção do SGLang é particularmente alarmante. Segundo o repositório GitHub da estrutura, ela é adotada por xAI, AMD, NVIDIA, Intel, LinkedIn, Cursor, Oracle Cloud, Google Cloud, Microsoft Azure, AWS, além de instituições de pesquisa como MIT, Stanford, UC Berkeley e Universidade de Tsinghua. Essa disseminação global de uma única vulnerabilidade amplifica dramaticamente o risco. Esses sistemas rodam frequentemente em servidores potentes com múltiplas GPUs e acesso a informações sensíveis. A escala dessa exposição é quantificável. Pesquisadores identificaram milhares de soquetes TCP

Nos últimos anos, ataques de ransomware aumentaram mais de 93% globalmente e o tempo médio para detectar uma violação de segurança ainda gira em torno de 204 dias, segundo relatórios da IBM. Isso significa que muitas empresas descobrem uma invasão apenas meses depois, quando os danos já foram significativos.
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Monitoramento 24/7: Por que um SOC é essencial na era das ameaças persistentes?

Com o aumento das ameaças digitais, um SOC 24/7 tornou-se essencial para empresas que precisam de monitoramento contínuo contra ataques sofisticados. Nos últimos anos, ataques de ransomware aumentaram mais de 93% globalmente e o tempo médio para detectar uma violação de segurança ainda gira em torno de 204 dias, segundo relatórios da IBM. Isso significa que muitas empresas descobrem uma invasão apenas meses depois, quando os danos já foram significativos. Diante desse cenário, contar com uma equipe de resposta ativa e um sistema de monitoramento contínuo e gestão de segurança é crucial para prevenir incidentes e minimizar riscos. Mas será que todas as empresas estão preparadas para isso? É aqui que entra o SOC (Security Operations Center), um centro de operações de segurança que funciona 24/7 para monitorar, identificar e mitigar ameaças cibernéticas antes que elas causem grandes impactos. No entanto, com a crescente complexidade das ameaças digitais, a segurança não pode depender apenas da detecção e resposta a ataques. A gestão contínua da segurança, incluindo vulnerabilidades, identidades e governança, também é essencial. Neste artigo, vamos explorar por que um SOC, e sua evolução para Cyber Fusion Center (CFC), se tornaram fundamentais para empresas que desejam estar sempre um passo à frente das ameaças. A evolução das ameaças e o fim da segurança tradicional A segurança cibernética passou por uma transformação significativa na última década. Se antes firewalls, antivírus e políticas básicas de controle de acesso eram suficientes para manter uma empresa protegida, hoje esse modelo tradicional se tornou obsoleto diante da complexidade dos ataques modernos. Os cibercriminosos evoluíram, utilizando inteligência artificial, automação e ataques persistentes para explorar vulnerabilidades em tempo real. Eles não apenas executam invasões silenciosas, mas também se movem dentro da infraestrutura da empresa sem serem detectados, explorando credenciais roubadas e falhas em configurações de segurança. Por isso, a engenharia de detecção (Detection Engineering) se tornou essencial dentro do SOC (CFC), garantindo que as regras de detecção sejam continuamente ajustadas para identificar novas táticas de ataque com máxima eficiência. O grande problema é que a maioria das empresas ainda opera com um modelo reativo de segurança, detectando ataques apenas depois que já foram bem-sucedidos. O crescimento exponencial das ameaças Os números mais recentes mostram um aumento expressivo nas ameaças digitais. E, embora o ransomware continue sendo um dos principais riscos, outros tipos de ataques vêm crescendo e se tornando cada vez mais sofisticados. Ataques de ransomware continuam a crescer O phishing e as fraudes digitais estão mais convincentes A nuvem se tornou um novo alvo crítico Comprometimento de credenciais: o novo vetor de ataque Esses números deixam claro: as ameaças evoluíram, se tornaram mais rápidas e mais difíceis de detectar. Empresas que não adotam um modelo de segurança proativo e contínuo acabam se tornando alvos fáceis para cibercriminosos. O problema da segurança tradicional Apesar da crescente sofisticação dos ataques, muitas empresas ainda operam com um modelo ultrapassado de segurança, baseado em ferramentas isoladas e monitoramento manual. Essa abordagem apresenta falhas graves: Falta de visibilidade em tempo real Reação ao invés de prevenção Falta de integração entre ferramentas Incapacidade de lidar com ataques automatizados Adoção acelerada da nuvem sem segurança adequada Essa fragilidade da segurança tradicional abriu espaço para a necessidade de um novo modelo de proteção, capaz de atuar de forma contínua, integrada e automatizada. SOC x Cyber Fusion Center: A nova geração da segurança cibernética Tradicionalmente, um SOC tem o papel de monitorar, detectar e responder a ameaças, analisando alertas e garantindo que potenciais ataques sejam identificados e contidos antes de causar danos. Entretanto, a evolução das ameaças cibernéticas e o avanço da inteligência artificial criaram novos desafios para a segurança corporativa. Ataques automatizados, invasões silenciosas e fraudes com deepfake exigem uma abordagem mais completa do que apenas monitoramento 24/7. O Cyber Fusion Center da Asper é um exemplo dessa evolução. Diferente de um SOC comum, ele não apenas monitora e responde, mas também antecipa ataques utilizando técnicas como: Essa abordagem garante um tempo de resposta muito menor e uma prevenção mais eficaz contra ameaças emergentes. Por que o Cyber Fusion Center é um passo além? O Cyber Fusion Center da Asper não é apenas um SOC aprimorado. Ele vai além da detecção de ameaças e assume um papel ativo na gestão da segurança corporativa, incorporando inteligência cibernética, automação e governança de segurança. Principais vantagens do CFC: Monitoramento e gestão contínua de segurança, assumindo não só a proteção contra ataques, mas também a administração de firewalls e soluções de segurança do cliente. Dessa forma, o CFC da Asper não apenas detecta ataques, mas também evita que eles aconteçam, garantindo proteção ativa e segurança de ponta a ponta. Além disso, o CFC pode atuar como uma extensão da equipe de segurança do cliente, assumindo a administração de firewalls, controle de acessos e suporte à conformidade regulatória. Isso permite que empresas otimizem sua segurança sem precisar ampliar internamente seus times especializados. Os benefícios de um SOC operando 24/7 Independentemente do setor, empresas hoje precisam de um monitoramento contínuo para detectar e responder a ameaças cibernéticas. Um SOC operando 24/7 oferece uma série de benefícios cruciais para garantir a segurança digital das organizações. 1. Detecção proativa de ameaças O tempo de resposta a um ataque é um dos fatores mais críticos para reduzir danos. Empresas que contam com esse Centro de Operações conseguem detectar e neutralizar ameaças 80% mais rápido do que empresas sem monitoramento contínuo. Isso significa que, ao invés de apenas reagir a um ataque já em andamento, a empresa atua antes que a invasão cause prejuízos reais. 2. Resposta automatizada e inteligente O SOC da Asper opera com automação avançada, garantindo que respostas a incidentes sejam rápidas e coordenadas. Isso reduz drasticamente o tempo que uma ameaça fica ativa dentro da rede, impedindo que ataques se espalhem. 3. Conformidade e adequação a normas Empresas que precisam atender regulamentações como LGPD, ISO 27001 e PCI-DSS têm no SOC um grande aliado. Ele facilita auditorias, gera relatórios detalhados e garante que todas as práticas estejam alinhadas às

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Como o EPM pode proteger sua empresa de ataques cibernéticos: Ransomware e muito mais

Menos privilégios, mais segurança No cenário atual de segurança cibernética, há uma busca constante pela segurança perfeita, pela “bala de prata” que resolve todos os problemas. Entretanto, em cibersegurança não existe uma solução única para todas as necessidades. A melhor estratégia defensiva é pensar como um atacante, conforme o ditado: “O ataque é a melhor defesa”. CEOs, CTOs e CISOs estão sempre à procura de soluções que ofereçam o melhor ROI, TCO e desempenho técnico. Ao contratar soluções como EDR (Endpoint Detection and Response), muitos ganhos são alcançados. No entanto, ao discutir o princípio de segurança, devemos prestar atenção especial ao conceito de “privilégio”. Este é um ponto crítico para os atacantes, e sem as devidas proteções, soluções como EDR podem não ser suficientes. Como os Privilégios Facilitam os Ataques Em um ciclo de ataque típico, o invasor compromete o endpoint de um colaborador comum, que muitas vezes tem o status de administrador local. Este colaborador pode não estar adequadamente protegido, permitindo que o cracker escale privilégios e mova-se lateralmente pela rede, ganhando mais poder para prosseguir com o ataque. Para alcançar a tranquilidade desejada pelos executivos, é necessário adotar uma abordagem complementar que envolva o gerenciamento adequado de privilégios. Microsoft Blocked: Um Caso Recente de Malware Recentemente no Reddit, muitos usuários da plataforma começaram a relatar que se depararam com a tela do Windows travada, contendo o texto “Microsoft Blocked” entre o avatar e o campo de texto para senhas. A verdade é que estamos falando de um Malware, um software malicioso que tem o objetivo de atacar a conta pessoal daquele computador e para isso a remove totalmente. Obviamente que, a vítima não acordou e simplesmente estava com o computador criptografado, visto que se trata de um Ransomware, mas sim havia sido infectada ou permitido o ataque por meio de algum vetor. Quando falamos de Segurança Cibernética, devemos lembrar que os atacantes estão cada vez mais rápidos e cometendo menos erros, com o advento da IA e motores que a modificam para o uso de hacking/cracking. Portas de Entrada para Malware E ao obter acesso por algum dos vetores acima, considerando que o atacante tem o privilégio de um administrador local, nada o impedirá de desabilitar drivers, alterar chaves, registros e outros componentes que soluções como EDR monitoram, o exemplo vale para qualquer controle de segurança que mediante um privilégio pode ser desabilitado. Números e estatísticas Comprometimento de Contas Privilegiadas Cerca de 34% das violações relacionadas à identidade envolvem o comprometimento de contas de usuários privilegiados. Essas contas, que oferecem acesso de alto nível a sistemas críticos, são frequentemente o alvo principal dos atacantes. 63% dos tomadores de decisão de segurança reconhecem que o acesso de alta sensibilidade, especialmente para administradores de TI, não está suficientemente protegido. Crescimento das Ameaças e Técnicas de Ataque Houve um aumento de 95% na exploração de ambientes em nuvem em 2022, destacando a crescente sofisticação dos invasores que buscam movimentação lateral e escalonamento de privilégios nos ambientes em nuvem. A Microsoft relata o bloqueio de 1.000 ataques de senha por segundo, o que evidencia a escala massiva de ataques direcionados a identidades, principalmente de usuários sem autenticação multifator (MFA). Consequências das Violações O custo médio de uma violação de dados relacionada ao comprometimento de identidade ou acesso foi de US$ 4,45 milhões em 2023, com credenciais roubadas ou comprometidas contribuindo significativamente para esses custos. Diante desses achados, é crucial que as organizações implementem modelos de acesso com privilégio mínimo, fortaleçam a gestão de acessos privilegiados a endpoints e entendam que pensar como um atacante é a chave para o sucesso da segurança e resiliência cibernética. Qual a solução? A solução é adotar uma abordagem específica que proporciona o privilégio mínimo, controle de aplicações, elevação de privilégio e combate ao ransomware. Além disso, devemos adotar uma postura crítica e pensar sempre como um atacante para podermos entender lógicas de ataques e possíveis vetores frágeis que temos dentro de nossa empresa, levando o pensamento proativo como base. Fortalecendo os controles de segurança que já temos como EDR, DLP com camadas extras de segurança para cada etapa de uma cadeia de ataque. É hora de considerar a Segurança dos Privilégios de Endpoint, Servidores e aplicações com CyberArk EPM. CyberArk EPM (Endpoint Privilege Management) O gerenciamento de privilégios é uma peça fundamental na construção de uma postura de segurança robusta, e o CyberArk EPM é uma ferramenta poderosa para atingir esse objetivo. Ao implementar o princípio do privilégio mínimo com eficiência, a solução ajuda as organizações a reduzirem riscos, garantirem conformidade e protegerem seus endpoints contra uma gama cada vez maior de ameaças. Em um mundo onde menos privilégios significam mais segurança, o CyberArk EPM oferece o equilíbrio perfeito entre proteção, usabilidade e produtividade. O princípio do privilégio mínimo envolve conceder aos usuários e sistemas apenas as permissões estritamente necessárias para executar suas funções. Isso significa que, por padrão, nenhum usuário deve ter permissões administrativas plenas ou acessar recursos críticos, a menos que isso seja absolutamente necessário. Ao restringir esses privilégios, a organização limita o impacto que um atacante poderia causar caso conseguisse comprometer uma conta ou um endpoint. No entanto, gerenciar permissões de forma eficaz pode ser desafiador, especialmente em grandes ambientes corporativos com centenas ou milhares de endpoints. É aqui que o CyberArk EPM entra em cena. As ameaças cibernéticas atuais evoluem constantemente, e muitas vezes exploram falhas em permissões mal gerenciadas. Sem o gerenciamento adequado de privilégios, ataques como ransomware e malware podem ter um impacto devastador, se aproveitando de contas com privilégios elevados para se espalharem rapidamente pela rede. O CyberArk EPM age como uma barreira eficaz contra esses tipos de ataques, impedindo que contas de usuários comuns se tornem pontos de entrada para invasores. Observe que quando nos referimos a “Endpoints”, queremos dizer igualmente estações de trabalho e servidores, e virtual, no local ou em uma nuvem pública. Com políticas inteligentes e monitoramento contínuo, a solução consegue detectar e bloquear tentativas de elevação de privilégios, tornando os endpoints mais resilientes